Quase todos os bikers (homens) que conheço e estão em algum tipo de relação estável têm problemas de "alvará" para as trilhas.
Os que pedalam no sábado normalmente não conseguem pedalar no domingo e vice-versa!
Ainda rola aquele tchau rápido no fim de cada trilha, pois sempre estão em cima da hora. Quem faz trilha sabe, horário é uma coisa complicada.
Voltando ao nosso assunto, um dos nossos sonhos de consumo é que nossa cara metade também gostasse da arte de pedalar... de ir para as trilhas, se encher de barro, cair, dar risadas, falar besteiras e conhecer os locais incríveis que conhecemos. Gostar de discutir qual o melhor tamanho de roda e não ficar boiando quando alguém solta "downtube" no meio do bate papo.
A princípio, não é uma tarefa difícil, pois muitas (muitas mesmo) meninas, adoram pedalar. Precisam só daquele apoio inicial e um pouco de paciência nossa.
Se sua parceira não é estritamente cosmopolita e as suas roupas cheias de barro do pedal não lhe causam um horror intenso, há esperança.
Só que faça a coisa do jeito certo. O mais comum que vejo é o cara estragar o único fio de chance de transformar a esposa ou namorada em uma verdadeira mountain biker.
Então vamos às dicas:
1 - A Trilha.
Não leve ela naquela trilha que adoramos com 40 km e 1400 m de altimetria cheia de pedras e valetas. Já vi uns absurdos desses e essa é a melhor forma de transformar aquele leve sentimento de admiração pela bike em um ódio mortal. Lembre que pedalar é se divertir, não sofrer! Leve ela em uma trilha fácil, sem grandes subidas, pedras e perigos. O gosto pelos desafios virá com o tempo. O ideal é uma trilha de até 20 km com no máximo 350 m de altimetria... de preferência distribuídos pelo passeio! Difícil né?! Mas pense no benefício de levar quem emite o alvará junto com você em todos os passeios! :D
2 - Ajuste o selim dela.
Pode parecer óbvio, mas vejo muuuuito esse erro nas trilhas, sim, nas trilhas... Vai o cara na frente, todo equipado e certinho e a namorada atrás quase morrendo com o banco lá embaixo. Além de cansar pra caramba, deixar o banco muito baixo vai destruir os joelhos dela.
As meninas querem colocar os pés no chão sentadas no banco e isso não é possível. Tem que explicar para elas que você desce do banco (e vai para frente) antes de parar e também faz isso para sair com a bike. Sentar no banco só quando estiver em movimento. Mesmo que elas insistam, é fundamental regular o selim corretamente.
3 - Tamanho da bike.
É comum a garota estar em uma bike muito grande ou muito pequena para ela. Por que isso acontece? Porque ela normalmente não tem bike! Nós, parceiros, é quem vamos arrumar uma para ela iniciar e aí ela acaba ficando com aquela nossa antiga bike ou pegamos emprestado de alguém. O problema é que o bonitão tem 1,90 m e a namorada 1,65 m e é aí que mora o problema.
Uma bike muito grande ou muito pequena vai trazer um posicionamento errado e com isso dificuldade para pedalar (mais esforço), dores nas costas, braços e pescoço fazendo com que o passeio seja um tormento.
Quem não ouviu ou já disse a frase: " Essa bike não é dela, é só para ver se ela gosta da coisa!" Como é que ela vai gostar se o desconforto é enorme? Então se for emprestar a bike de alguém, procure uma pessoa com a estatura parecida. Se vocês tem mais de 10 cm de diferença de altura, sua bike não vai servir para ela!
4 - O selim.
Aqui não tem muito jeito. Vai ter que experimentar. Banco é uma coisa extremamente pessoal. Tenha a opção dos mais confortáveis e largos também e não só os bancos perfomance. Quando passei por isso com a minha esposa, ela preferiu os bancos largos. O que fizemos foi trocar por alguns e ela deu umas voltas ANTES de ir para a trilha. Imagina no meio do mato alguém que não consegue mais sentar na bike? Você não vai querer passar por isso. Então teste antes! Há poucas chances dela gostar do mesmo banco que você.
5 - Comprar uma bike.
Se a sua decisão for realmente comprar uma bike para a parceira, essa não é uma boa hora para economizar muito. Eu sei que a dúvida se ela vai gostar de pedalar ou não ainda perdura e só de pensar em deixar uma bike cara encostada é de doer, mas comprar uma bike muito inferior aumentam demais as chances dela não gostar do esporte. Então vale à pena investir um pouco mais para ela ter um mínimo de equipamento para se desenvolver.
Não adianta comprar uma bike de ferro, 18 marchas de R$ 200,00 e depois não entender por que ela não quer pedalar de novo. Pergunte-se: você iria para a trilha com essa bicicleta? Seria divertido? Se a resposta for não, pode abrir a carteira. Comprar para ela uma bike muito abaixo da sua é receita para o fracasso.
6 - Equipamento de segurança.
Aqui não é possível economizar. Comprar capacetes ou luvas sempre com selos do INMETRO e de lojas e marcas confiáveis. Lembre-se, é o amor da sua vida que estará usando eles e em uma queda, são eles que evitarão que ela se machuque. Ciclismo tem seus perigos e não é um esporte barato, infelizmente.... ainda mais aqui no Brasil!
Depois de tudo isso, planeje o passeio com calma, em um horário sem muito sol (após às 14h00 ou antes das 8h00) e em um local agradável. Tem que ir aos poucos para que o vírus da bike vá se apossando da pessoa! :)
Tenho alguns amigos que têm o privilégio de ter a esposa como parceira de trilha e é muito bacana ver as meninas encarando o barro e a buraqueira junto com a gente. Isso fortalece a relação e aumenta consideravelmente o leque de viagens para pedalar. Quem não gostaria de ir para Whistler? Com a esposa ao lado será muito mais fácil!
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Japi com Cachoeira
Esse sábado dia 08/11/14 fizemos um passeio muito legal na Serra do Japi. Foram dois trechos de Enduro/DH famosos da região que com certeza liberam a adrenalina na veia de qualquer trail biker.
A previsão do tempo estava contundente...
Era 100% de chance de chuva... e como São Pedro anda de All Mountain, não caiu nenhuma gota, só para contrariar os meteorologistas.
Já de cara, a estréia de uma bike muuuuito legal. A nova Trigger Carbon 2 2015 27,5.
É uma máquina. Leve e com componentes XT, a bike chama atenção pela diferente Fox Dyad e a clássica Lefty.
Mesmo classificada pela cannondale como "Overmountain", outro nome para o AM ou trail bike, ela vem, para o nosso espanto, com um pneu de XC que realmente não serve para quem pratica enduro, ainda mais no Japi depois de uma chuva.
Então já de cara alguns upgrades foram feitos.
Primeiro um pneu Maxxis high roller II na frente e um pinhão 42 (isso mesmo, 42... eheheh)
Com isso a menina está pronta para escalar qualquer parede e grudar no chão nas descidas.
Tudo pronto, começamos a trilha já encarando a subida até a taturana. São 10 km praticamente só subindo.
As fotos realmente não fazem jus ao que é essa subida de pedra, um dos únicos trechos que tive que reduzir a suspensão dianteira para 120 mm.
O importante é que as subidas uma hora acabam e aí sim começa a diversão.
Infelizmente esqueci o suporte para a virb e fiquei sem filmagem da descida, mas é só um motivo para ir lá novamente.
Alguns rolas aconteceram e graças a Deus foram só para deixar a galera feliz...
Fim da taturana, a única coisa inusitada foi uma queimadura que rolou no disco de freio.
Levantou bem a pele no nosso amigo... bom pra ficar esperto! :)
Chegamos à cachoeira para comer alguma coisa e com o tempo feio, ninguém se arriscou a ficar molhado... uma pena... a água estava muito gelada, mas convidativa!
Voltamos a subir até o começo do Pinheirinho e mais uma sessão de descidas, slalons e rampas (para alguns) alucinantes.
Nas rampas os mais loucos deram um showzinho pra turma
Olha o Video
Muito legal!
Fechamos o pedal com uma picanha fantástica em algum restaurante de Jundiaí...
18 bikers muito satisfeitos e já fazendo planos para o próximo FDS.
Aqui como a trilha ficou no Garmin
A previsão do tempo estava contundente...
Era 100% de chance de chuva... e como São Pedro anda de All Mountain, não caiu nenhuma gota, só para contrariar os meteorologistas.
Já de cara, a estréia de uma bike muuuuito legal. A nova Trigger Carbon 2 2015 27,5.
É uma máquina. Leve e com componentes XT, a bike chama atenção pela diferente Fox Dyad e a clássica Lefty.
Mesmo classificada pela cannondale como "Overmountain", outro nome para o AM ou trail bike, ela vem, para o nosso espanto, com um pneu de XC que realmente não serve para quem pratica enduro, ainda mais no Japi depois de uma chuva.
Então já de cara alguns upgrades foram feitos.
Primeiro um pneu Maxxis high roller II na frente e um pinhão 42 (isso mesmo, 42... eheheh)
Com isso a menina está pronta para escalar qualquer parede e grudar no chão nas descidas.
Tudo pronto, começamos a trilha já encarando a subida até a taturana. São 10 km praticamente só subindo.
As fotos realmente não fazem jus ao que é essa subida de pedra, um dos únicos trechos que tive que reduzir a suspensão dianteira para 120 mm.
O importante é que as subidas uma hora acabam e aí sim começa a diversão.
Infelizmente esqueci o suporte para a virb e fiquei sem filmagem da descida, mas é só um motivo para ir lá novamente.
Alguns rolas aconteceram e graças a Deus foram só para deixar a galera feliz...
Fim da taturana, a única coisa inusitada foi uma queimadura que rolou no disco de freio.
Levantou bem a pele no nosso amigo... bom pra ficar esperto! :)
Chegamos à cachoeira para comer alguma coisa e com o tempo feio, ninguém se arriscou a ficar molhado... uma pena... a água estava muito gelada, mas convidativa!
Voltamos a subir até o começo do Pinheirinho e mais uma sessão de descidas, slalons e rampas (para alguns) alucinantes.
Nas rampas os mais loucos deram um showzinho pra turma
Olha o Video
Fechamos o pedal com uma picanha fantástica em algum restaurante de Jundiaí...
18 bikers muito satisfeitos e já fazendo planos para o próximo FDS.
Aqui como a trilha ficou no Garmin
domingo, 12 de outubro de 2014
Joaquim 40˚
Ontem foi dia de fazer um pedal explorer.
Pedal explorer pode ser traduzido em 80% das vezes em roubada. É claro que já achamos lugares ótimos, mas isso só acontece em 20% dos casos! Exemplos de roubadas que nos metemos foi o Perdidos e o Pedal das Abelhas Raivosas. Ambos explorando locais novos.
Fomos em 3 para a famosa fazenda das Motos em Sousas/Joaquim. Trata-se de uma fazenda aberta onde a turma das motos fazem várias trilhas lá dentro. Então ela é toda recortada por singles, facões, descidas e subidas muito íngremes... um prato cheio para nós do AM.
O fato é que eu já havia passado nela a uns 5 anos atrás e somente uma vez. O risco de se perder era baixo devido a proximidade de Sousas, mas a chance de chegar em um rio ou mata intransponível era grande.
No caminho achei um NIVA com um pneu invejável.
Estamos sempre falando em pneus e cravos laterais e esse aqui levou o conceito para outro nível. Adoraria fazer uma trilha com esse danado!
No caminho para a fazenda, achamos uma construção abandonada já em fase de desmonte muito legal. Parecia uma antiga fazenda estilo resort.
Cheia de palmeiras e com uma bela piscina. Uma pena o local estar destruído.
O bom de pedal explorer são as novas paisagens. Mesmo conhecendo a região é sempre possível achar locais diferentes.
3 pneus furados depois, alguns remendos e a descoberta que o selante do meu pneu traseiro estava seco, chegamos ao início da fazenda das motos.
A temperatura passava dos 40˚. Um dos camelos, quer dizer, bikers, já tinha finalizado a água dele e estava compartilhando com a dos camaradas. Com o pára e anda para pular cerca, atravessar rio, remendar pneu, encher pneu 2.35 com bomba de speed, chegamos à parte legal às 11h00 e o sentimento já era de querer voltar e não o de curtir os trechos técnicos. Uma pena, pois o local é muuuuito legal. Vale à pena demais ir lá.
As descidas são técnicas e rápidas. Temos realmente que voltar focados na fazenda para se divertir mais.
Singles feitos, 1 hora depois chegamos à estrada muito desgastados devido à temperatura.
Uma casa com um morador super gente boa, estava disposto a nos oferecer um banho de chuveiro com água direto do poço! Um dos melhores da minha vida!
Em 15 minutos estávamos completamente revigorados. Agora era tocar pela estrada e às 14h00 chegamos no carro com o último pneu furado (empurrei a bike os últimos 200 m), contentes e satisfeitos. Ótimo pedal para um sábado quente de céu aberto.
Aqui como a trilha ficou no Garmin. Reparem que passamos muito tempo acima de 40˚ e um pico de 44˚. Sinistro!
Pedal explorer pode ser traduzido em 80% das vezes em roubada. É claro que já achamos lugares ótimos, mas isso só acontece em 20% dos casos! Exemplos de roubadas que nos metemos foi o Perdidos e o Pedal das Abelhas Raivosas. Ambos explorando locais novos.
Fomos em 3 para a famosa fazenda das Motos em Sousas/Joaquim. Trata-se de uma fazenda aberta onde a turma das motos fazem várias trilhas lá dentro. Então ela é toda recortada por singles, facões, descidas e subidas muito íngremes... um prato cheio para nós do AM.
O fato é que eu já havia passado nela a uns 5 anos atrás e somente uma vez. O risco de se perder era baixo devido a proximidade de Sousas, mas a chance de chegar em um rio ou mata intransponível era grande.
No caminho achei um NIVA com um pneu invejável.
Estamos sempre falando em pneus e cravos laterais e esse aqui levou o conceito para outro nível. Adoraria fazer uma trilha com esse danado!
No caminho para a fazenda, achamos uma construção abandonada já em fase de desmonte muito legal. Parecia uma antiga fazenda estilo resort.
Cheia de palmeiras e com uma bela piscina. Uma pena o local estar destruído.
O bom de pedal explorer são as novas paisagens. Mesmo conhecendo a região é sempre possível achar locais diferentes.
3 pneus furados depois, alguns remendos e a descoberta que o selante do meu pneu traseiro estava seco, chegamos ao início da fazenda das motos.
A temperatura passava dos 40˚. Um dos camelos, quer dizer, bikers, já tinha finalizado a água dele e estava compartilhando com a dos camaradas. Com o pára e anda para pular cerca, atravessar rio, remendar pneu, encher pneu 2.35 com bomba de speed, chegamos à parte legal às 11h00 e o sentimento já era de querer voltar e não o de curtir os trechos técnicos. Uma pena, pois o local é muuuuito legal. Vale à pena demais ir lá.
As descidas são técnicas e rápidas. Temos realmente que voltar focados na fazenda para se divertir mais.
Singles feitos, 1 hora depois chegamos à estrada muito desgastados devido à temperatura.
Uma casa com um morador super gente boa, estava disposto a nos oferecer um banho de chuveiro com água direto do poço! Um dos melhores da minha vida!
Em 15 minutos estávamos completamente revigorados. Agora era tocar pela estrada e às 14h00 chegamos no carro com o último pneu furado (empurrei a bike os últimos 200 m), contentes e satisfeitos. Ótimo pedal para um sábado quente de céu aberto.
Aqui como a trilha ficou no Garmin. Reparem que passamos muito tempo acima de 40˚ e um pico de 44˚. Sinistro!
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
Comandos em Ação SEM GI Joe
Bom turma, o pedal desse sábado foi espetacular.
A temperatura estava ideal, grip do piso bom, a companhia perfeita, enfim, sabadão fantástico.
A temperatura estava ideal, grip do piso bom, a companhia perfeita, enfim, sabadão fantástico.
A trilha escolhida foi o Comandos em Ação, pois já faz tempo que não passamos por lá e depois, é claro, emendar no GI Joe.
Como tinha um integrante que ainda não conhecia a trilha, passamos nos pontos turísticos antes!
A surpresa foi chegar na fazenda onde começa o GI Joe.
Com placas novinhas dizendo que motos, gaiolas, jeeps E BIKES não eram bem vindos e uma porteira fechada com um cadeado e correntes novas deixavam claro que não éramos mais bem vindos na área! Uma pena. O trecho era muito bacana.
Preferimos não invadir e voltamos pelo bairro até Morungaba.
De lá subimos a via crucis e descemos os singles.
O pedal ficou de gente grande com 35 km e 1072 m de altimetria acumulada.
Quase chegando, a suspa do nosso amigo estourou e a mola ficou exposta!
Ainda bem que ele não estava fazendo nada técnico no momento e com isso não rolou queda, mas o susto foi grande!
Rosqueamos ela novamente e fechamos o pedal sem novos problemas!
Saldo de 1 pneu furado (que descobri no outro dia)
Nesse pedal precisei carregar 4 bikes no novo suporte que mandei fazer para a caminhonete. Depois falo dele com mais detalhes, mas a solução ficou excelente!
Bikes acomodadas em menos de 2 min!
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Continental X-King 2.4
Eu adoro falar de pneus. Já tenho vários reviews publicados aqui dos que tive. Estou em teste com mais dois, o Michelin Wild Grip 2 e o Continental X-King
O assunto no entanto é este continental.
Troquei ele a menos de 1 mês (aqui o post de quando troquei X-King 2.4) e no último final de semana, olha o que aconteceu com o danado!
Achei que ele tinha desalinhado na roda, mas infelizmente descobri que foi um problema na lateral da banda de rodagem. Vou entrar em contato com a loja e com o fabricante para saber o que houve e retorno aqui no blog.
Como andei pouco tempo com ele, não deu para ter uma impressão bacana, mas senti três coisas: Primeiro, ele não fica tão largo na roda como a medida 2.4 sugere
Segundo, a rolagem dele é incrível. Melhor que o pneu anterior quase liso de tão gasto.
Terceiro, ele não tem grip lateral. Fazer curvas nas paredes ou andar nos facões com ele é receita para queda.
Segundo, a rolagem dele é incrível. Melhor que o pneu anterior quase liso de tão gasto.
Terceiro, ele não tem grip lateral. Fazer curvas nas paredes ou andar nos facões com ele é receita para queda.
De qualquer forma, vamos esperar as cenas dos próximos capítulos.
03/05/2015 - Atualização: Essa semana, 7 meses depois, recebi a notícia de que a Continental não vai dar garantia no pneu. Não deram nenhuma explicação técnica, apenas que após a perícia, não foi detectado problema de fabricação. Paciência.
Vemos a diferença de postura. Comprei o pneu na Chain Reaction Cycles na Inglaterra. Quando mandei o video para eles, simplesmente me enviaram outro pneu na hora. E como não valia à pena o valor do frete de retorno, disseram que eu não precisaria devolver o pneu ruim. Será que respeitam o consumidor?
Já a Continental, soube que eles não querem devolver meu pneu estragado. Imaginem?! Não dão garantia nem devolvem o meu produto. Farei um BO essa semana e vou procurar o pequenas causas para acioná-los. Assim que tiver uma nova atualização, posto aqui.
05/06/2015 - Atualização
PessoAll, essa semana peguei um pneu novo que a continental me enviou para substituir o primeiro.
03/05/2015 - Atualização: Essa semana, 7 meses depois, recebi a notícia de que a Continental não vai dar garantia no pneu. Não deram nenhuma explicação técnica, apenas que após a perícia, não foi detectado problema de fabricação. Paciência.
Vemos a diferença de postura. Comprei o pneu na Chain Reaction Cycles na Inglaterra. Quando mandei o video para eles, simplesmente me enviaram outro pneu na hora. E como não valia à pena o valor do frete de retorno, disseram que eu não precisaria devolver o pneu ruim. Será que respeitam o consumidor?
Já a Continental, soube que eles não querem devolver meu pneu estragado. Imaginem?! Não dão garantia nem devolvem o meu produto. Farei um BO essa semana e vou procurar o pequenas causas para acioná-los. Assim que tiver uma nova atualização, posto aqui.
05/06/2015 - Atualização
PessoAll, essa semana peguei um pneu novo que a continental me enviou para substituir o primeiro.
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