Tem gente que realmente sabe viver.
Esse com certeza é o final de semana dos sonhos de qualquer biker. Garett Buehler and Mark Matthews mostram como se divertir no Canadá.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
domingo, 11 de janeiro de 2015
Bocaina com a Biketoor
Hoje fizemos uma coisa diferente. Normalmente não participamos de passeios ciclísticos, mas atendendo a um pedido de um grande amigo, resolvi ajudar e guiar um grupo de ciclistas de Sampa para conhecer nossa região.
Joaquim Egídio é um dos melhores locais para se pedalar do interior Paulista. Com mais de 250 km de trilhas de todos os tipos e níveis entrecortando a região e as cidades próximas como Morungaba, Pedreira, Atibaia, Amparo e Jaguariúna.
Como era um pedal para iniciantes, a única escolha só poderia ser Bocaina.
Saindo do posto desativado e voltando pelo asfalto, são 25 km com aproximadamente 450 m de altimetria.
Gosto dessa trilha por que ela serve realmente para dar uma luz do que é o MTB. Lá a pessoa descobre se é isso que ela procura.
Primeiro montamos um time de apoio, já que a previsão era de pelo menos 40 bikers.
A ideia era garantir o divertimento e que todo mundo voltasse inteiro.
Logo foram chegando os bikers e é sempre bacana ver a diversidade de estilos, bikes e pessoas de todos os níveis.
O trabalho de descarregar as bikes e colocar rodas em todas é grande e fica à dica para o pessoal. Ajudem. É importante saber fazer isso e participar de tudo, além de andar muito mais rápido, pedalar é, antes de mais nada, companheirismo.
Resolvi conhecer o pessoal...
Muita gente bacana e muita bike de tudo quanto é tipo...
Rolou um lanchinho básico antes de sair... algo que podemos adotar nos nossos pedais... rs
Alguns acessórios incríveis! Olha que beleza de retrovisor!
Todo mundo reunido, bikes montadas, duvidas tiradas, briefing feito, partimos para o pedal.
Quem conhece a Bocaina sabe que a primeira sequencia de subidas é a mais doída, mas chegamos ao pico do Hugo sem nenhuma baixa!
Todos reagrupados, pegamos a merecida descida até o campo de golf passando pela usina de Salto Grande e depois pelo delicioso single na floresta, sempre bom só por estar à sombra. Mesmo com temperatura perto dos 40ºC, essa etapa é revigorante.
De lá continuamos até a serrinha e subimos a última subida da Bocaina. Ela é chata, mas com a vegetação lateral, ela está mais fechada e com muito mais sombra deixando "um pouco" menos duro fechar o pedal.
Não ia dar pra sair com tanta gente e não ter pelo menos 1 rola. Então segue o registro de um tombinho básico de speedero na terra!
Olhando com mais detalhes, olha o que achei. Pneu sliq no barro com pedra solta. O biker não caiu e fechou a trilha inteiro! Parabéns!
Depois mais 9 km de asfalto em declive para tirar o ácido lácteo dos músculos. Alegria para uns e tristeza para outros.... ehehehe
A turma chegando no ônibus correu para o ar condicionado e já ficou mais à vontade. Nada como um bom chinelinho de dedo depois de um pedal debaixo de 40º!
Já no restaurante, o Assim Assim Assado, fila para lavar mãos e uma reserva de 48 lugares!
Ao pessoal da Biketoor, foi um prazer mostrar nosso quintal para vocês que estão sempre convidados à conhecer mais trilhas aqui da região!
A trilha ficou assim no Garmin:
E quem quiser dar uma olhada no Strava... é só seguir:
Não esqueça de curtir a gente no Facebook: http://www.facebook.com/moscabiketeam
Joaquim Egídio é um dos melhores locais para se pedalar do interior Paulista. Com mais de 250 km de trilhas de todos os tipos e níveis entrecortando a região e as cidades próximas como Morungaba, Pedreira, Atibaia, Amparo e Jaguariúna.
Como era um pedal para iniciantes, a única escolha só poderia ser Bocaina.
Saindo do posto desativado e voltando pelo asfalto, são 25 km com aproximadamente 450 m de altimetria.
Gosto dessa trilha por que ela serve realmente para dar uma luz do que é o MTB. Lá a pessoa descobre se é isso que ela procura.
Primeiro montamos um time de apoio, já que a previsão era de pelo menos 40 bikers.
A ideia era garantir o divertimento e que todo mundo voltasse inteiro.
Logo foram chegando os bikers e é sempre bacana ver a diversidade de estilos, bikes e pessoas de todos os níveis.
O trabalho de descarregar as bikes e colocar rodas em todas é grande e fica à dica para o pessoal. Ajudem. É importante saber fazer isso e participar de tudo, além de andar muito mais rápido, pedalar é, antes de mais nada, companheirismo.
Resolvi conhecer o pessoal...
Muita gente bacana e muita bike de tudo quanto é tipo...
Rolou um lanchinho básico antes de sair... algo que podemos adotar nos nossos pedais... rs
Alguns acessórios incríveis! Olha que beleza de retrovisor!
Todo mundo reunido, bikes montadas, duvidas tiradas, briefing feito, partimos para o pedal.
Quem conhece a Bocaina sabe que a primeira sequencia de subidas é a mais doída, mas chegamos ao pico do Hugo sem nenhuma baixa!
Todos reagrupados, pegamos a merecida descida até o campo de golf passando pela usina de Salto Grande e depois pelo delicioso single na floresta, sempre bom só por estar à sombra. Mesmo com temperatura perto dos 40ºC, essa etapa é revigorante.
De lá continuamos até a serrinha e subimos a última subida da Bocaina. Ela é chata, mas com a vegetação lateral, ela está mais fechada e com muito mais sombra deixando "um pouco" menos duro fechar o pedal.
Não ia dar pra sair com tanta gente e não ter pelo menos 1 rola. Então segue o registro de um tombinho básico de speedero na terra!
Olhando com mais detalhes, olha o que achei. Pneu sliq no barro com pedra solta. O biker não caiu e fechou a trilha inteiro! Parabéns!
Depois mais 9 km de asfalto em declive para tirar o ácido lácteo dos músculos. Alegria para uns e tristeza para outros.... ehehehe
A turma chegando no ônibus correu para o ar condicionado e já ficou mais à vontade. Nada como um bom chinelinho de dedo depois de um pedal debaixo de 40º!
Já no restaurante, o Assim Assim Assado, fila para lavar mãos e uma reserva de 48 lugares!
Despedidas feitas, paramos para tomar aquela água de côco com a certeza que as energias para uma semana de trabalho estão completamente renovadas! Pode vir segunda-feira, estamos preparados para você!
Ao pessoal da Biketoor, foi um prazer mostrar nosso quintal para vocês que estão sempre convidados à conhecer mais trilhas aqui da região!
A trilha ficou assim no Garmin:
E quem quiser dar uma olhada no Strava... é só seguir:
Não esqueça de curtir a gente no Facebook: http://www.facebook.com/moscabiketeam
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Monster Track - Lucas Brunelle
Não dá pra achar legal o desrespeito pelas leis, pelo próximo e por si mesmo, já que o risco exposto é inacreditável.
O egoísmo da turma beira o absurdo.
De engraçado temos duas câmeras MiniDV presas ao capacete, precursoras da GoPro e figuras insanas fazendo todo tipo de babaquice!
Esse aqui é o trailer Oficial da Monster Track. Uma corrida clandestina estilo Velozes e Furiosos só que de bike pelas ruas de várias cidades ao redor do mundo como Tokyo, Nova York e Londres. O que eles chamam de Alley Cats seriam os nossos similares "cachorro louco" dos motoboys!
Só digo uma coisa, em Sampa ou no Rio, era morte certa! A bike fazendo tudo certo a turma já passa por cima, imagina os caras barbarizando desse jeito! então, não façam isso em casa!
Quem tiver paciência, aqui o filme completo! Line of Sight
O egoísmo da turma beira o absurdo.
De engraçado temos duas câmeras MiniDV presas ao capacete, precursoras da GoPro e figuras insanas fazendo todo tipo de babaquice!
Esse aqui é o trailer Oficial da Monster Track. Uma corrida clandestina estilo Velozes e Furiosos só que de bike pelas ruas de várias cidades ao redor do mundo como Tokyo, Nova York e Londres. O que eles chamam de Alley Cats seriam os nossos similares "cachorro louco" dos motoboys!
Só digo uma coisa, em Sampa ou no Rio, era morte certa! A bike fazendo tudo certo a turma já passa por cima, imagina os caras barbarizando desse jeito! então, não façam isso em casa!
Quem tiver paciência, aqui o filme completo! Line of Sight
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Canondale Jekyll 4 2015
Hoje testamos em uma de nossas trilhas prediletas a Jekyll 4 2015 27,5.
Essa bike vem de fábrica com a alma All Mountain.
Suspensões de 160 mm, não dá para confundir ela com bike de XC.
O que mais se pôde notar na geometria de AM (que a Cannondale insiste em chamar de Overmountain???????????), é que ela é uma bike para descer sem dúvida.
O feliz dono dela andava de spark e a diferença de performance nas subidas ficou nítida. Os 67˚ de ângulo de ataque cobram o seu preço.
É claro que perna compensaria essa questão, mas pedalamos "for fun" e fica um pouco para trás faz parte.
O que mais me chamou à atenção na configuração padrão foram os pneus Schwalbe Hans Dampf Performance na frente o Nobby Nic na traseira. São excelentes para trilhas técnicas e de ótimo grip.
Com uma RockShox Pike na frente, ela literalmente engole tudo.
Na trilha de hoje pudemos notar a diferença de performance do nosso amigo que desceu muito mais rápido trechos já conhecidos.
O único upgrade (obrigatório na minha opinião) foi a inclusão do dropper. Hoje também item obrigatório da turma de AM.
O ponto negativo foi, mesmo o quadro possuindo o roteamento interno, ele não foi utilizado. Não sei se uma comida de bola da loja autorizada ou da Cannondale. De resto a bike é um trator.
Essa foi a cara do feliz proprietário ao fim da trilha!
Em outro post falaremos da GT Sensor. Outra novidade no grupo!
Essa bike vem de fábrica com a alma All Mountain.
Suspensões de 160 mm, não dá para confundir ela com bike de XC.
O que mais se pôde notar na geometria de AM (que a Cannondale insiste em chamar de Overmountain???????????), é que ela é uma bike para descer sem dúvida.
O feliz dono dela andava de spark e a diferença de performance nas subidas ficou nítida. Os 67˚ de ângulo de ataque cobram o seu preço.
É claro que perna compensaria essa questão, mas pedalamos "for fun" e fica um pouco para trás faz parte.
O que mais me chamou à atenção na configuração padrão foram os pneus Schwalbe Hans Dampf Performance na frente o Nobby Nic na traseira. São excelentes para trilhas técnicas e de ótimo grip.
Com uma RockShox Pike na frente, ela literalmente engole tudo.
Na trilha de hoje pudemos notar a diferença de performance do nosso amigo que desceu muito mais rápido trechos já conhecidos.
O único upgrade (obrigatório na minha opinião) foi a inclusão do dropper. Hoje também item obrigatório da turma de AM.
O ponto negativo foi, mesmo o quadro possuindo o roteamento interno, ele não foi utilizado. Não sei se uma comida de bola da loja autorizada ou da Cannondale. De resto a bike é um trator.
Essa foi a cara do feliz proprietário ao fim da trilha!
Em outro post falaremos da GT Sensor. Outra novidade no grupo!
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