domingo, 11 de janeiro de 2015

Bocaina com a Biketoor

Hoje fizemos uma coisa diferente. Normalmente não participamos de passeios ciclísticos, mas atendendo a um pedido de um grande amigo, resolvi ajudar e guiar um grupo de ciclistas de Sampa para conhecer nossa região.
Joaquim Egídio é um dos melhores locais para se pedalar do interior Paulista. Com mais de 250 km de trilhas de todos os tipos e níveis entrecortando a região e as cidades próximas como Morungaba, Pedreira, Atibaia, Amparo e Jaguariúna.
Como era um pedal para iniciantes, a única escolha só poderia ser Bocaina.
Saindo do posto desativado e voltando pelo asfalto, são 25 km com aproximadamente 450 m de altimetria.
Gosto dessa trilha por que ela serve realmente para dar uma luz do que é o MTB. Lá a pessoa descobre se é isso que ela procura.
Primeiro montamos um time de apoio, já que a previsão era de pelo menos 40 bikers.
A ideia era garantir o divertimento e que todo mundo voltasse inteiro.
Logo foram chegando os bikers e é sempre bacana ver a diversidade de estilos, bikes e pessoas de todos os níveis.



O trabalho de descarregar as bikes e colocar rodas em todas é grande e fica à dica para o pessoal. Ajudem. É importante saber fazer isso e participar de tudo, além de andar muito mais rápido, pedalar é, antes de mais nada, companheirismo.


Resolvi conhecer o pessoal...



Muita gente bacana e muita bike de tudo quanto é tipo...



Rolou um lanchinho básico antes de sair... algo que podemos adotar nos nossos pedais... rs


Alguns acessórios incríveis! Olha que beleza de retrovisor!


Todo mundo reunido, bikes montadas, duvidas tiradas, briefing feito, partimos para o pedal.


Quem conhece a Bocaina sabe que a primeira sequencia de subidas é a mais doída, mas chegamos ao pico do Hugo sem nenhuma baixa!










Todos reagrupados, pegamos a merecida descida até o campo de golf passando pela usina de Salto Grande e depois pelo delicioso single na floresta, sempre bom só por estar à sombra. Mesmo com temperatura perto dos 40ºC, essa etapa é revigorante.

















De lá continuamos até a serrinha e subimos a última subida da Bocaina. Ela é chata, mas com a vegetação lateral, ela está mais fechada e com muito mais sombra deixando "um pouco" menos duro fechar o pedal.
Não ia dar pra sair com tanta gente e não ter pelo menos 1 rola. Então segue o registro de um tombinho básico de speedero na terra!



Olhando com mais detalhes, olha o que achei. Pneu sliq no barro com pedra solta. O biker não caiu e fechou a trilha inteiro! Parabéns!




Depois mais 9 km de asfalto em declive para tirar o ácido lácteo dos músculos. Alegria para uns e tristeza para outros.... ehehehe



A turma chegando no ônibus correu para o ar condicionado e já ficou mais à vontade. Nada como um bom chinelinho de dedo depois de um pedal debaixo de 40º!



Já no restaurante, o Assim Assim Assado, fila para lavar mãos e uma reserva de 48 lugares!


Despedidas feitas, paramos para tomar aquela água de côco com a certeza que as energias para uma semana de trabalho estão completamente renovadas! Pode vir segunda-feira, estamos preparados para você!

Ao pessoal da Biketoor, foi um prazer mostrar nosso quintal para vocês que estão sempre convidados à conhecer mais trilhas aqui da região!

A trilha ficou assim no Garmin:


E quem quiser dar uma olhada no Strava... é só seguir:


Não esqueça de curtir a gente no Facebook: http://www.facebook.com/moscabiketeam

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Monster Track - Lucas Brunelle

Não dá pra achar legal o desrespeito pelas leis, pelo próximo e por si mesmo, já que o risco exposto é inacreditável.
O egoísmo da turma beira o absurdo.
De engraçado temos duas câmeras MiniDV presas ao capacete, precursoras da GoPro e figuras insanas fazendo todo tipo de babaquice!
Esse aqui é o trailer Oficial da Monster Track. Uma corrida clandestina estilo Velozes e Furiosos só que de bike pelas ruas de várias cidades ao redor do mundo como Tokyo, Nova York e Londres. O que eles chamam de Alley Cats seriam os nossos similares "cachorro louco" dos motoboys!
Só digo uma coisa, em Sampa ou no Rio, era morte certa! A bike fazendo tudo certo a turma já passa por cima, imagina os caras barbarizando desse jeito! então, não façam isso em casa!



Quem tiver paciência, aqui o filme completo! Line of Sight

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Canondale Jekyll 4 2015

Hoje testamos em uma de nossas trilhas prediletas a Jekyll 4 2015 27,5.


Essa bike vem de fábrica com a alma All Mountain.
Suspensões de 160 mm, não dá para confundir ela com bike de XC.
O que mais se pôde notar na geometria de AM (que a Cannondale insiste em chamar de Overmountain???????????), é que ela é uma bike para descer sem dúvida.
O feliz dono dela andava de spark e a diferença de performance nas subidas ficou nítida. Os 67˚ de ângulo de ataque cobram o seu preço.
É claro que perna compensaria essa questão, mas pedalamos "for fun" e fica um pouco para trás faz parte.
O que mais me chamou à atenção na configuração padrão foram os pneus Schwalbe Hans Dampf Performance na frente o Nobby Nic na traseira. São excelentes para trilhas técnicas e de ótimo grip.
Com uma RockShox Pike na frente, ela literalmente engole tudo.
Na trilha de hoje pudemos notar a diferença de performance do nosso amigo que desceu muito mais rápido trechos já conhecidos.
O único upgrade (obrigatório na minha opinião) foi a inclusão do dropper. Hoje também item obrigatório da turma de AM.
O ponto negativo foi, mesmo o quadro possuindo o roteamento interno, ele não foi utilizado. Não sei se uma comida de bola da loja autorizada ou da Cannondale. De resto a bike é um trator.
Essa foi a cara do feliz proprietário ao fim da trilha!


Em outro post falaremos da GT Sensor. Outra novidade no grupo!

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Selante Selante Selante

Já falei de selante algumas vezes aqui no blog e gosto de repetir o assunto porque o meu conhecimento aumenta com o tempo, minhas opiniões mudam e com isso consigo trocar mais informações com os leitores.
O meu primeiro post sobre os pneus tubeless foi em 2011.(http://moscajustforfun.blogspot.com.br/2011/04/pneus-tubeless.html) e depois disso as coisas ficaram diferentes.
Esse video aqui explica como colocar selante no pneu. Ele tá fazendo sucesso na web, mas é importante lembrar que trata-se de um pneu continental novo em uma roda crossmark aparentemente nova e as chances de algo dar errado nesse cenário são baixas.
Então colocar selante em rodas usadas com pneus usados não é tão simples quanto parece! segue o video
O principal problema de fazermos isso em casa é porque conheço pouca gente que tem um compressor e, em geral, os do posto não funcionam já que não soltam um grande volume de ar de uma vez.
Se mesmo assim você quiser se aventurar, segue uma ideia para fazer um "compressor" caseiro para isso.... rs


Aqui um video da Stan (um dos maiores fabricantes de selante do mundo) um pouco mais perto da nossa realidade! Rodas e pneus usados e sem tanto glamour no processo.


Bom, agora a minha opinião sobre selante.
São excelentes. Acostumei a usar baixas pressões nas pedras e trechos técnicos e isso ajuda bastante o grip. Acostumei a simplesmente não ter que parar para trocar pneu na trilha e isso é bacana, mas..... eles não são infalíveis!
Em um pneu novo tive um corte que o selante não vedou. Com isso perdi o selante do pneu, tive que colocar uma câmara e, mesmo fazendo um conserto, o pneu não suportou mais selante e voltei com câmara nele.
Os pneus USTs são os melhores para se utilizar com selante e também mais caros. Isso é um "contra" do sistema.
Testei os selantes Mariposa, Stan e Joe's. Dos 3 o que menos gostei foi o Mariposa. Demorou mais para selar quando houve furos e secou rapidamente dentro de 4 pneus novos meus e de bikes de amigos. Pior, só descobrimos quando furou e ele não selou (estava seco). Olha aí embaixo!



Hoje estou sem selante devido aos pneus que estou usando e estou sentindo falta tanto das pressões mais baixas quanto de não ter problemas com furos.

sábado, 6 de dezembro de 2014

Salvo pelo Capacete

Dia maravilhoso!
Todo mundo chegando no horário, céu aberto e uma vontade indescritível de pedalar.
Todos equipados, saímos sem rumo, apenas girando e conversando.


Na escolha das trilhas, descartamos o Comandos em Ação e seguimos para o principal ponto de encontro de Enduro em Joaquim. A pedra partida.
De lá eainda sem rumo, resolvi não economizar cartão de memória e registrar novos ângulos do, com certeza, ponto mais fotografado por mim nos pedais!




Depois de decidir descer os singles, tocamos em frente na maior diversão e sem nenhum susto. Metas pessoais foram quebradas (certo André?) e deu para reparar uma coisa, as pedras cresceram muito. Sim, pode parecer estranho, mas elas cresceram. Com as chuvas, a areia e o barro foram lavados deixando todas as pedras mais aparentes e com isso o trecho velho conhecido nosso já se tornou mais diferente e mais desafiador.
Em um ponto cheio de facões aconteceu um acidente que poderia ter tido um final bem triste e não teve graças ao correto uso do capacete de qualidade.
Durante a descida o nosso companheiro caiu em um facão e a bike deu um hangup, como diriam os downhillers, ou um LR como diriam os motoqueiros ou um paraquedas como a molecada do interior chama a capotada de frente. Quem não entendeu, é uma dessa aqui...

Enfim, nosso amigo deu uma projetada e o foi de capacete direto em um eucalipto. Descobrimos que a densidade do eucalipto é muito maior que a do capacete e olha o resultado!


Aqui vale à pena frisar duas coisas. Primeiro a correta colocação do capacete. De nada adianta ter um top de linha e colocá-lo de forma errada como vejo muitas vezes.
Segue um guia básico para isso:
Atenção para a tira que prende. Ela não pode estar muito frouxa (principal erro cometido).
Em segundo lugar: capacete precisa ser de qualidade. Existem muitas marcas no mercado. Este da foto era um Giro. Gosto também do Bell, Scott, Trek, Met, Lazer, 661, Specialized e Troy Lee. A maioria desses já usei em algum momento da minha vida e nunca tive problemas. Os outros li a respeito e tenho amigos que possuem.
O importante é que o capacete cumpriu o seu papel, será descartado com honras e um novo será adquirido.
O pedal acabou terminando mais cedo devido ao acidente, então mais algumas fotos para fechar o post!




segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Por que as esposas e namoradas não pedalam?

Quase todos os bikers (homens) que conheço e estão em algum tipo de relação estável têm problemas de "alvará" para as trilhas.

Os que pedalam no sábado normalmente não conseguem pedalar no domingo e vice-versa!
Ainda rola aquele tchau rápido no fim de cada trilha, pois sempre estão em cima da hora. Quem faz trilha sabe, horário é uma coisa complicada.
Voltando ao nosso assunto, um dos nossos sonhos de consumo é que nossa cara metade também gostasse da arte de pedalar... de ir para as trilhas, se encher de barro, cair, dar risadas, falar besteiras e conhecer os locais incríveis que conhecemos. Gostar de discutir qual o melhor tamanho de roda e não ficar boiando quando alguém solta "downtube" no meio do bate papo.
A princípio, não é uma tarefa difícil, pois muitas (muitas mesmo) meninas, adoram pedalar. Precisam só daquele apoio inicial e um pouco de paciência nossa.
Se sua parceira não é estritamente cosmopolita e as suas roupas cheias de barro do pedal não lhe causam um horror intenso, há esperança.

Só que faça a coisa do jeito certo. O mais comum que vejo é o cara estragar o único fio de chance de transformar a esposa ou namorada em uma verdadeira mountain biker.

Então vamos às dicas:

1 - A Trilha.
Não leve ela naquela trilha que adoramos com 40 km e 1400 m de altimetria cheia de pedras e valetas. Já vi uns absurdos desses e essa é a melhor forma de transformar aquele leve sentimento de admiração pela bike em um ódio mortal. Lembre que pedalar é se divertir, não sofrer! Leve ela em uma trilha fácil, sem grandes subidas, pedras e perigos. O gosto pelos desafios virá com o tempo. O ideal é uma trilha de até 20 km com no máximo 350 m de altimetria... de preferência distribuídos pelo passeio! Difícil né?! Mas pense no benefício de levar quem emite o alvará junto com você em todos os passeios! :D


2 - Ajuste o selim dela.
Pode parecer óbvio, mas vejo muuuuito esse erro nas trilhas, sim, nas trilhas... Vai o cara na frente, todo equipado e certinho e a namorada atrás quase morrendo com o banco lá embaixo. Além de cansar pra caramba, deixar o banco muito baixo vai destruir os joelhos dela.
As meninas querem colocar os pés no chão sentadas no banco e isso não é possível. Tem que explicar para elas que você desce do banco (e vai para frente) antes de parar e também faz isso para sair com a bike. Sentar no banco só quando estiver em movimento. Mesmo que elas insistam, é fundamental regular o selim corretamente.


3 - Tamanho da bike.
É comum a garota estar em uma bike muito grande ou muito pequena para ela. Por que isso acontece? Porque ela normalmente não tem bike! Nós, parceiros, é quem vamos arrumar uma para ela iniciar e aí ela acaba ficando com aquela nossa antiga bike ou pegamos emprestado de alguém. O problema é que o bonitão tem 1,90 m e a namorada 1,65 m e é aí que mora o problema.
Uma bike muito grande ou muito pequena vai trazer um posicionamento errado e com isso dificuldade para pedalar (mais esforço), dores nas costas, braços e pescoço fazendo com que o passeio seja um tormento.
Quem não ouviu ou já disse a frase: " Essa bike não é dela, é só para ver se ela gosta da coisa!" Como é que ela vai gostar se o desconforto é enorme? Então se for emprestar a bike de alguém, procure uma pessoa com a estatura parecida. Se vocês tem mais de 10 cm de diferença de altura, sua bike não vai servir para ela!

4 - O selim.
Aqui não tem muito jeito. Vai ter que experimentar. Banco é uma coisa extremamente pessoal. Tenha a opção dos mais confortáveis e largos também e não só os bancos perfomance. Quando passei por isso com a minha esposa, ela preferiu os bancos largos. O que fizemos foi trocar por alguns e ela deu umas voltas ANTES de ir para a trilha. Imagina no meio do mato alguém que não consegue mais sentar na bike? Você não vai querer passar por isso. Então teste antes! Há poucas chances dela gostar do mesmo banco que você.

5 - Comprar uma bike.
Se a sua decisão for realmente comprar uma bike para a parceira, essa não é uma boa hora para economizar muito. Eu sei que a dúvida se ela vai gostar de pedalar ou não ainda perdura e só de pensar em deixar uma bike cara encostada é de doer, mas  comprar uma bike muito inferior aumentam demais as chances dela não gostar do esporte. Então vale à pena investir um pouco mais para ela ter um mínimo de equipamento para se desenvolver.
Não adianta comprar uma bike de ferro, 18 marchas de R$ 200,00 e depois não entender por que ela não quer pedalar de novo. Pergunte-se: você iria para a trilha com essa bicicleta? Seria divertido? Se a resposta for não, pode abrir a carteira. Comprar para ela uma bike muito abaixo da sua é receita para o fracasso.

6 - Equipamento de segurança.
Aqui não é possível economizar. Comprar capacetes ou luvas sempre com selos do INMETRO e de lojas e marcas confiáveis. Lembre-se, é o amor da sua vida que estará usando eles e em uma queda, são eles que evitarão que ela se machuque. Ciclismo tem seus perigos e não é um esporte barato, infelizmente.... ainda mais aqui no Brasil!

Depois de tudo isso, planeje o passeio com calma, em um horário sem muito sol (após às 14h00 ou antes das 8h00) e em um local agradável. Tem que ir aos poucos para que o vírus da bike vá se apossando da pessoa! :)

Tenho alguns amigos que têm o privilégio de ter a esposa como parceira de trilha e é muito bacana ver as meninas encarando o barro e a buraqueira junto com a gente. Isso fortalece a relação e aumenta consideravelmente o leque de viagens para pedalar. Quem não gostaria de ir para Whistler? Com a esposa ao lado será muito mais fácil!

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Japi com Cachoeira

Esse sábado dia 08/11/14 fizemos um passeio muito legal na Serra do Japi. Foram dois trechos de Enduro/DH famosos da região que com certeza liberam a adrenalina na veia de qualquer trail biker.
A previsão do tempo estava contundente...
Era 100% de chance de chuva... e como São Pedro anda de All Mountain, não caiu nenhuma gota, só para contrariar os meteorologistas.
Já de cara, a estréia de uma bike muuuuito legal. A nova Trigger Carbon 2 2015 27,5.
É uma máquina. Leve e com componentes XT, a bike chama atenção pela diferente Fox Dyad e a clássica Lefty.
Mesmo classificada pela cannondale como "Overmountain", outro nome para o AM ou trail bike, ela vem, para o nosso espanto, com um pneu de XC que realmente não serve para quem pratica enduro, ainda mais no Japi depois de uma chuva.
Então já de cara alguns upgrades foram feitos.
Primeiro um pneu Maxxis high roller II na frente e um pinhão 42 (isso mesmo, 42... eheheh)
Com isso a menina está pronta para escalar qualquer parede e grudar no chão nas descidas.
Tudo pronto, começamos a trilha já encarando a subida até a taturana. São 10 km praticamente só subindo.



As fotos realmente não fazem jus ao que é essa subida de pedra, um dos únicos trechos que tive que reduzir a suspensão dianteira para 120 mm.
O importante é que as subidas uma hora acabam e aí sim começa a diversão.
Infelizmente esqueci o suporte para a virb e fiquei sem filmagem da descida, mas é só um motivo para ir lá novamente.
Alguns rolas aconteceram e graças a Deus foram só para deixar a galera feliz...
Fim da taturana, a única coisa inusitada foi uma queimadura que rolou no disco de freio.
Levantou bem a pele no nosso amigo... bom pra ficar esperto! :)
Chegamos à cachoeira para comer alguma coisa e com o tempo feio, ninguém se arriscou a ficar molhado... uma pena... a água estava muito gelada, mas convidativa!




Voltamos a subir até o começo do Pinheirinho e mais uma sessão de descidas, slalons e rampas (para alguns) alucinantes.


Nas rampas os mais loucos deram um showzinho pra turma


Olha o Video
Muito legal!
Fechamos o pedal com uma picanha fantástica em algum restaurante de Jundiaí...
18 bikers muito satisfeitos e já fazendo planos para o próximo FDS.
Aqui como a trilha ficou no Garmin