segunda-feira, 30 de maio de 2016

Pista de DH em Campinas - Parque Ecológico

Na semana passada foi inaugurada a Pista de DH dentro do Parque Ecológico de Campinas. Kudos Anauê Rodrigues e Aruãn Rodrigues. Idealizadores e executores da ideia.



A pista é composta de 5 rampas (4 delas com mesa) e 4 curvas emparedadas, o que deixa bem emocionante as descidas.
Infelizmente, o terreno do Parque não é muito íngreme e com isso, em vários trechos é necessário pedalar para ganhar velocidade. Um desafio maior para a turma que só pratica o DH.
Para a galera do enduro, é um prato cheio.
O circuito de XCO do parque tem por volta de 8 km e muitos trechos legais com pequenas rampas e alguns rockgardens.
Ideal para treino.
Segue abaixo alguns videos dos melhores pontos do parque:
As 4 primeiras rampas aqui:

e um tour geral pelo parque:



domingo, 15 de maio de 2016

WallRide em Morungaba

E ela SEMPRE esteve lá! Tem mais de 15 anos que pedalo nesse local e nunca havia pensado nisso.
Precisou meu camarada Thiago Velardi ter a visão, dar uma limpada na base e remover algumas pedras para que fosse dado um excelente upgrade nas nossas trilhas de final de semana!

Este é o WallRide "natural" de Morungaba


Delícia, não?


quinta-feira, 14 de abril de 2016

Pneus Bontrager

Não é nenhuma novidade que adoro falar de pneus e passar as minhas impressões.
Seguem os post sobre o assunto: Pneus I, Pneus II e Pneus III e neste último falo sobre um dos melhores pneus que já tive, o Bontrager FR4 team Issue.
Infelizmente ele não vem mais nas novas Remedys e o que tenho agora é o XR3 Expert.

Pneu de Kevlar, muito leve e tubeless ready.
De cara não curti muito o desenho dele que não lembra nada o FR4 e para uma bike 100% All Mountain, achei que ele deixou a desejar.

Nas duas primeiras semanas de uso, ele já sofreu um corte lateral que me obrigou a usar câmara de ar. Perdi o selante ($$) e a empolgação com ele.

Na traseira, não tive grandes problemas. Pneus novos dificilmente deixam a desejar no grip em situações normais (terra e pedra sem muita lama ou molhados). O problema foi a frente.
Simplesmente não sentia segurança nenhuma nas curvas e acabei virando especialista em perder a frente e não cair. Passei vários (vários mesmo) "quases" com ele e, devido a isso, a performance teve que diminuir.

Com 2 meses não aguentei e troquei o da frente por um Maxxis High Roller II. Pouca coisa mais pesado que o XR3, mas com uma performance inacreditavelmente superior. Para mim hoje o melhor pneu de All Mountain no mercado.

O problema com o XR3 não foi só a performance. Com 6 meses de uso (na traseira), olhem o que está acontecendo com o pneu:







Ele está esfarelando a lateral e eu não uso ele com baixa pressão, pois devido ao corte lateral, tenho que usar câmara com pelo menos 35 PSIs.
Acionei a garantia e a Trek "não deu garantia". Não recebi explicações. Adoraria saber o que aconteceu no pneu e qual seria o "mal uso" para eles estragarem assim depois de 5 meses de uso.
Enfim, Bontrager nunca mais.

Perdeu a chave que trava a suspensão?

Bom, às vezes acontece!
A gente esquece de apertar um parafusinho de nada e bum! perdemos a chave que trava a suspensão da bike! Chamada de Fox Lever ou Fox CTD Lever
É essa danada aqui:


Normal... acontece!

Quando um amigo perdeu a chavinha e nós dois já estávamos atrasando o grupo no passeio da Pedra Chata, falei para ele: "Relaxa. O Ulisses da Conexão Brasil deve ter isso de monte. Eu falo com ele!"e nem nos preocupamos em procurar a peça.

No outro dia, liguei para o Ulisses e já fiquei preocupado. Além dele não ter ela sobressalente, me disse que o valor estimado era de R$150,00.

O QUE? 150 paus por um pedaço de alumínio usinado? Não é possível. Ele deve estar louco!

Mercado Livre... nada! Ebay... nada!
Achei um site que revende só peças sobressalentes para FOX e vi o preço! 15 libras + 10 libras de frete. Isso dá 125 paus sem taxas, ou seja, pagando imposto chega perto de R$ 200,00. Infelizmente o Ulisses não estava louco. Ah se soubesse. Deu vontade de voltar na trilha para procurar.

Dei a notícia triste para o meu amigo e fiquei com remorso de ter convencido ele a não procurar.

Como somos brasileiros e não desistimos nunca, comecei a fuçar tudo quanto era blog. Derrepente alguém tem uma suspa estragada e me vende a dita cuja.

Melhor que isso. Achei no facebook um camarada que fez um negócio sensacional e resolveu o problema de maneira eficaz e barata.


Ele colocou uma perna de uma tomada no pino da suspensão e apertou com o próprio parafuso.
Fizemos o mesmo e o resultado foi excelente.
O funcionamento é idêntico.

Sendo assim resolvi compartilhar a ideia. A ideia foi do Carlos Leone! Biker e brasileiro!

Valeu Carlos


Resolvi produzir essas chaves e caso alguém tenha interesse, entrem em contato



domingo, 20 de março de 2016

Trilha da Pedra Chata em Itapeva

Essa é a segunda vez que vamos para lá.
A trilha é duríssima! Na primeira etapa (até chegar ao Sítio da Pedra Chata) temos quase 500 m de altimetria em 7 km. 2,5 km com média de 14% de inclinação. Para quem não entende esses números, pensem em uma subida que os carros sofrem em primeira.
A vantagem é que chegando lá, 3 coisas compensam o esforço:
1 - A piscina na pedra
2 - A coca/suco/água/cerva gelada esperando
3 - O visual incrível





Depois de passar pelo Resort Vale Suíço (e como da outra vez, deu vontade de já ficar ali e não seguir mais), começamos a subida insana até a Pedra Chata.
Olha ela ali! Parece tão perto, né?
Deste ponto até a última subida (quando coloquei o pé no chão a primeira vez), ficamos sem fotos.
A concentração é enorme. Respiração, passada, pedras, curvas. Ninguém fala nada e só se houve a natureza e a cachorrada que adora latir para ciclista.
Aqui embaixo é o ponto mais alto da última subida. Mesmo triste de não ter ido até o final sem descer da bike, essas a vista é linda e recompensadora pelo esforço


Já no Sítio Pedra Chata (R$ 5,00 para entrar por pessoa), o primeiro pulo na piscina lava a alma
E aí é só recobrar as forças, dar risada e repor as energias








Meia hora depois, seguimos para mais um trecho lindo do passeio













Partimos para a segunda etapa. Uma volta por dentro de uma fazenda de gado. Além dos buracos, valetas e o pasto alto escondendo as pedras, ainda tínhamos que desviar das minas deixadas pelas vaquinhas em toda a parte.






Chegando à estrada depois de um single técnico e divertido, seguimos para o Bar da Prainha (ou Bar da Praia)



O lugar é bacana e a comida boa. A crítica vai para o cara que fica recebendo os visitantes. Além de R$ 10,00 para entrar a título de preservação, ele é extremamente arrogante. Foi grosseiro com 18 ciclistas (quando chegamos ao local não haviam mais que 10 pessoas) que iriam pagar para entrar e ainda consumir no local. Nos obrigou a deixar as bikes para fora e, acreditem, tirar as sapatilhas.
Se não fosse a fome, a galera não tinha parado.
Pelo nível da arrogância e a falta de tato para tratar as pessoas, com certeza trata-se do dono, pois funcionário nenhum sobreviveria em um emprego desta forma. Pena. Nunca mais paro no local e nem recomendarei a ninguém. Nos organizaremos para ficar na Pedra Chata.
Aqui mais de R$ 200.000,00 em bicicletas para fora do restaurante.
Ainda tínhamos 10 km de volta e pelo menos uns 250 m de altimetria. Então bora girar.



Aqui o Strava do Passeio